Ele era homem, era gay, era negro, branco...Eu não sei.Só sei que era belo.Dançava, cantava, era tudo.Era um ídolo,Era humano.Errava tão errado que andava para trás.Mas acertava nas palavras, e nos gestos que ainda faz,Porque está vivo e é imortalE que a prova de branco ou negro, do bem ou do mal,O que interessa é que a alma sempre dança no final”
Fábio Rabin

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